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sábado, 18 de maio de 2013

Os Lusíadas




Em Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões aclama os feitos grandiosos dos portugueses assim como mostra o grande heroísmo e coragem dos marinheiros portugueses.
            Ao longo desta epopeia, Luís de Camões apela a figuras de estilo,  como: hipérboles, personificações, metáforas, etc… para caracterizar os grandes perigos, monstros, obstáculos que os marinheiros portugueses tiveram que atravessar até chegarem ao seu destino, a Índia.
            Ao longo da viagem, vão aparecendo criaturas monstruosas, como o Gigante Adamastor e Baco.
            Baco dificultou a viagem dos portugueses, pedindo a Neptuno que soltasse os seus fortíssimos ventos, o que, mais tarde, iria originar uma tempestade da qual Baco pensava que os portugueses não conseguiriam escapar. 
Entretanto, os portugueses eram admirados por Vénus ,que  manda as suas ninfas acalmarem os ventos de Neptuno para que os marinheiros prosseguissem  a sua viagem.
            O Gigante Adamastor era o contrário do que aparentava ser, porque, por detrás daquela figura enorme assustadora, estava um coração bondoso e apaixonado.
            A armada de Vasco da Gama conseguiu convencer, com as suas histórias, o gigante e conseguiram ultrapassar mais um perigo.
            Por fim, passado muito tempo, a armada portuguesa, conduzida por Vasco da Gama, chega à Índia, o que faz com que o povo português seja admirado!  

Fábio Silva

sexta-feira, 26 de abril de 2013

“Os Lusíadas”




Os portugueses são um povo corajoso e audaz, com feitos grandiosos.
 Na viagem de Vasco da Gama à Índia, os marinheiros e este enfrentaram inúmeros perigos: a fúria dos deuses, a forte tempestade, o monstruoso gigante… mas eles apenas ultrapassaram as dificuldades com a sua coragem, audácia e grandiosidade,  as principais características que os salvaram dos obstáculos.
O medo de Baco de perder a sua importância em relação aos portugueses fez com ele pedisse a Neptuno que soltasse os seus ventos, o que deu origem à tempestade. Porém, Vénus apoiava a ideia do povo lusitano chegar à Índia, por isso mandou as suas ninfas acalmarem os ventos.
Contudo, as complicações não terminaram aqui!
 Quando já pensavam que tinham superado todos os problemas, um corpo grande e assustador se meteu no seu caminho. O seu nome era Adamastor. 
Esta criatura  apresentava duas facetas: uma monstruosamente má e outra apaixonadamente solitária. 
Depois de contar a sua história a Vasco da Gama e aos marinheiros portugueses, o Gigante deixou-os continuar a sua jornada.
Tantas aventuras vividas, os portugueses, finalmente, chegaram ao seu destino e trouxeram glória a Portugal, mas também provaram que a minha opinião estava correta: que o povo português era audaz, ousado, grandioso, patriótico e, principalmente, heróico.

Aventuras vitoriosas...



Luís de Camões, n'Os lusíadas, exalta  os feitos patrióticos  dos portugueses, mas não esquece os  sofrimentos por que passaram os heróis que realizaram  tais feitos.

Penso que os heróis portugueses tiveram muita coragem, pois passaram por grandes, grandíssimos, graves, gravíssimos perigos em que, nos de maior perigo, o temor era muitas vezes superior  ao próprio perigo.Mesmo assim ,defenderam as terras portuguesas até ao fim.

Enfrentaram imensas tempestades, criaturas horrendas e medonhas, passaram tormentas, atravessaram mares nunca dantes navegados por barco algum, ganharam batalhas, aventuraram-se em honra da nação. Na minha opinião, tudo o que eles viveram só  podia ser vivido  por pessoas com grande espírito  lutador, ao ponto de  colocar a vida em risco, sem nunca desistir da sua missão.
 
 
Catarina Tomé

“Os grandes e gravíssimos perigos que a armada de Vasco da Gama teve que enfrentar na sua viagem à Índia”




         Ao longo de toda a obra Os Lusíadas, Luís de Camões glorifica e enaltece a imagem dos portugueses, recorrendo a hipérboles,principalmente quando narra os perigos que a armada de Vasco da Gama teve que enfrentar, sendo os principais o Gigante Adamastor e a Tempestade.
            Quando os portugueses enfrentam o Gigante Adamastor, deparam-se com um ser gigante e poderoso que lhes conta a sua história.
Penso que este   Gigante  é apenas uma alucinação dos navegadores porque, o que de facto existia, eram nuvens escuras (corpo do monstro) e o som do mar contra as rochas (voz do mesmo). Os marinheiros não se debatem com um verdadeiro monstro, mas com o seu próprio medo daquele lugar, o Cabo Bojador. 
Para enaltecer a imagem dos portugueses, Camões não demonstra que é o medo que se apodera do herói, mas um monstro poderoso com o qual se têm que debater corajosamente.
Quando estão prestes a chegar à Índia, os portugueses, deparam-se com uma enorme Tempestade. 
Durante este acontecimento, passam bastantes dificuldades e temem pela própria vida. Nessa altura, veem como sua única salvação, invocar Deus, rezando. Penso que isto transmite uma imagem de vulnerabilidade e de submissão a Deus pois, apesar de serem heróis, de terem colecionado triunfos, de serem um povo grandioso,  também têm um lado frágil e um lado católico.
            Concluindo, toda a obra tem como principal objetivo relatar e glorificar os feitos dos portugueses, através dos perigos encontrados e das dificuldades emocionais superadas pelos navegadores (sofrimento, medo...).
        
Catarina Silva

terça-feira, 23 de abril de 2013

Os perigos da viagem dos marinheiros portugueses




Os Portugueses, na epopeia de Camões, passam maioritariamente o tempo a navegar.
 Durante esse período, enfrentam inúmeros perigos, tendo alguns marinheiros ficado gravemente feridos ou chegado mesmo a morrer.
Os navegadores passaram por marés muito agitadas que quase viraram os navios ao contrário;  por temperaturas altíssimas que fizeram com que ficassem desidratados e queimados;  por temperaturas baixíssimas que fizeram com que alguns ficassem em hipotermia e  gelados até aos ossos; ficaram dias e dias sem terem nada para comer; passaram por enormes tempestades que quase destruíram os navios todos e contrairam doenças bastante graves como a peste negra, mas nem assim desistiram do seu objetivo. Tudo isto só para fazerem com que o povo de Portugal ficasse com o título de “invencíveis”,  “corajosos” e  “superiores aos deuses”.
A maior parte desses navegadores Portugueses morreram pela pátria; morreram com o objetivo de quererem descobrir aquilo que nos rodeia e dar às gerações futuras um motivo para os relembrarmos. É por isso que ficaram com o título de “Heróis” e todos sabem que, se não fossem eles, neste momento,não conhecíamos nem metade daquilo que conhecemos  hoje em dia.

Catarina Rosa

“Os Lusíadas”




Os portugueses são um povo corajoso e audaz que empreenderam feitos grandiosos.
Na viagem de Vasco da Gama à Índia, os marinheiros e este enfrentaram inúmeros perigos: a fúria dos deuses, a forte tempestade, o monstruoso gigante… mas eles apenas ultrapassaram estas dificuldades com a sua coragem, audácia e grandiosidade, pois foram estas as principais características que os salvaram dos obstáculos.
O medo de Baco de perder a sua importância em relação aos portugueses fez com que ele pedisse a Neptuno que soltasse os ventos, o que deu origem à tempestade. Porém, Vénus apoiava a ideia do povo lusitano chegar à Índia e por isso mandou as suas ninfas acalmarem os ventos.
Mas as complicações não terminaram aqui!
Quando já pensavam que tinham superado todos os problemas, um corpo grande e assustador se meteu no seu caminho. O seu nome era Adamastor. Este apresentava duas facetas: uma monstruosamente má e outra apaixonadamente solitária. Depois de lhes contar a sua história, o gigante deixou-os continuar a sua jornada.
Depois de tantas aventuras, os portugueses finalmente chegaram ao seu destino e trouxeram glória a Portugal, mas também provaram que a minha opinião estava correta: que o povo português era audaz, ousado, grandioso, patriótico e, principalmente, heroico.

Mariana Tavares