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domingo, 27 de novembro de 2011

Profundezas misteriosas

Num dia de muito sol e calor, um rapaz que gostava muito do mar foi à praia. Quando chegou, a primeira coisa que fez foi ir para a água nadar e lá ficou muito tempo até que a curiosidade de ver as profundezas do oceano lhe despertou uma certa curiosidade.
 Começou a nadar para muito longe da costa, até que uma enorme onda o apanhou e levou-o para muito fundo e, com a aflição de vir à superfície, desmaiou. Quando acordou, ficou muito feliz por estar vivo e, ao mesmo tempo, com muitas dúvidas sobre quem ou o que lhe tinha salvado a vida. Ao levantar-se, viu, ao seu lado ,um frasco com a mensagem que dizia: "Se queres visitar-me, toma essa poção. Eu vivo nas profundezas do oceano".
Ele tomou a poção e sentiu-se estranho e sufocado. Tentou mexer os dedos, mas era difícil porque lhe tinham crescido membranas nas mãos e nos pés. Não aguentando muito mais sem respirar fora de água (porque tinha deixado de ter pulmões e passara a ter guelras), foi para dentro de água e começou a nadar velozmente. Quando chegou mais ou menos perto do local onde se afogou, começou a descer. Passou por vários tipos de peixes diferentes. Parecia um festival de cores. Mais para o fundo, onde havia pouca luminosidade, começou a ver luzes a mexer e tentou tocar-lhes, mas, quando se aproximou, viu a cara de um peixe, assustador e com dentes grandes e recuou, assustado.
Quando já não havia peixes e estava tudo escuro, de repente, apareceu uma luz.Ele olhou para trás e nada viu; depois ,tocou na cabeça e notou que tinha uma luz e começou a rir. O rapaz continuou a descer sozinho, até que, a certo momento, parou de tanto cansaço e perguntou-se quando iria encontrar a sua ou o seu salvador (a). Pôs um bocado de algas amarradas nas rochas para marcar até onde tinha chegado e subiu para ver ser encontrava algum sítio para passar a noite. O rapaz encontrou um buraco numa rocha suficientemente grande para ficar lá aconchegado.
Quando chegou a noite, ele não conseguia dormir porque não estava habituado a dormir debaixo de água e porque sentia os barcos dos pescadores às voltas para ver se apanhavam algum peixe, mas os pescadores não apanharam nada.
Passado algum tempo, lá adormeceu e sonhou que a sua ou seu salvador(a) estava a combater contra um terrível monstro marinho que jurava matá-lo. O rapaz, assustado, não conseguiu mexer -se e assim viu o seu salvador ser mordido pelo monstro e acabar por morrer. Ele começou a chorar e acordou percebendo, então, que era apenas um sonho. Saiu da rocha e foi comer algas e alguns animais marinhos e continuou a sua viagem às profundezas. Quando passou pelo local que no dia anterior tinha assinalado com algas, viu preso a estas uma outra mensagem: “Estás quase a chegar, não percas a confiança”. Lendo isto, ficou com muita força e pressa de chegar. Ele começa a nadar com nunca tinha nadado, até que, finalmente, chegou às profundezas do oceano. Aí, foi recebido por sereias belas e jovens. Nas profundezas ,era tudo calmo, colorido e divertido. O rapaz olhou à sua volta e viu um castelo que provavelmente pertencia ao rei das profundezas. Com curiosidade, perguntou às sereias se o levava lá.
No interior do castelo, havia portas com umbreiras de pérolas, salas enormes de mármore, tudo muito requintado. Numa dessas divisões, encontrava-se uma sereia a refletir com uma armadura de cavaleiro. O rapaz olhou para ela e perguntou-lhe se conhecia quem o tinha salvado. A sereia olhou para ele e disse que não valia a pena procurar ;quando menos ele esperasse, ele ou ela iria aparecer, e continuou a refletir. Pensativo, começou a dirigir-se para a saída. Nesse momento, a sereia perguntou-lhe se a podia ajudar numa missão. O rapaz ,entusiasmado, aceitou. A sereia convidou-o a passar a noite no palácio e combinaram partir já no dia seguinte.
Logo de manhã, eles iniciaram a viagem, passando por muitos obstáculos e percorrendo uma longa distância até ao local. Quando chegaram, entraram dentro de uma gruta e depararam-se com um monstro marinho. Atrás dele, estava um tesouro que a sereia pediu ao rapaz para ir buscar. Enquanto o rapaz procurava o mais rápido possível, a sereia lutava para o manter distraído. Ao fim de uma hora, encontrou o tesouro e ,quando ia avisar a sereia, viu-a sem forças e lembrou-se do seu sonho em que ela morria na boca do monstro. Rapidamente, o rapaz pegou numa corda de algas e amarrou-lhe a boca para que ele não a conseguisse matar. Nesse momento, sentiu um grande poder dentro do seu corpo e um bastão apareceu na sua mão. Apontando-o ao monstro, lançou um feitiço que o matou. O rapaz percebeu ,então ,que aquela sereia era a sua salvadora e ,quando ela tirou a armadura, apaixonaram-se de imediato. Mas nem tudo era perfeito porque ele queria voltar a poder andar fora de água e, ao mesmo tempo, ficar com a sua amada. A sereia percebeu o problema dele e deu-lhe, então, uma poção para reverter a transformação, dizendo-lhe que tinha 12horas para sair da água, senão ficava com membranas e guelras para sempre. O rapaz continuava muito triste por a não poder ver. Então, ela disse-lhe que, quando quisesse vê-la, deveria ir à praia e chamar por ela. O rapaz aceitou os conselhos dela e começou a nadar em direção à superfície.
A partir daí, o rapaz ia à praia todos os dias chamar pela sua sereia com quem passava muito tempo.
Tiago Cardoso

Texto de Opinião-Ida ao Teatro


            Na minha opinião, a ida à companhia de Teatro de Almada para ver a peça de teatro "Falar Verdade a Mentir", a obra de Almeida Garrett, estudada na disciplina de Língua Portuguesa, foi boa.
            Penso que a peça foi bem representada pelos atores e acho que alguns dos "momentos altos" e mais divertidos foram a representação do papel/personagem de"José Félix", interpretando "Milorde Coockimbrook" (em relação à sua saída do palco, de braço dado com "Brás Ferreira", e à luta entre "Duarte" e "Milorde Coockimbrook").
Sou contra a opinião de alguns colegas de outras turmas, que, segundo ouvi, disseram que a peça foi aborrecida.
            Acho que a peça deve continuar a ser representada ao público, pois acho que foi bem trabalhada.
 
Raquel Costa

A explicação para amar

Há coisas que passam
E sentimentos que mudam.

Há pessoas tocantes,
Pessoas inesquecíveis,
Pessoas inevitáveis,
Mas não há pessoas invenciveis.

Também temos os que esquecem,
e os que perdoam.
Os que iludem
e ainda os que desiludem.

Ninguém é perfeito,
Como tal, há defeitos,
Preconceitos,
Qualidades,
Medos...

Há que haver um coração.
Há que haver uma faisca.
Há que haver uma ligação.
Um sinal.
Um toque, que, por mais simples que seja, é 'aquele' toque.

Há que haver paixão.
Sinceridade,
Responsabilidade
E maturidade para amar.

Vive,
Cresce,
Aprende.
Faz,
Desfaz,
Conclui.
Assume e não te arrependas.


Joana Oliveira

sábado, 19 de novembro de 2011

algo que tem 
algo que quer ter 
algo de que precisa para viver

algo que quero
algo que tiro
sem piedade daquilo que perde 
 algo que dou à eternidade
 algo para a proteger da maldade

quem possui o que merece
é quem é  roubado
quando o sol desaparece...
 
 
Duarte Bentes,8ºA

Já amaste?

 O amor... Ah! sim, o amor, aquele sentimento que muitos usam ,mas que poucos  tratam como verdadeiro.
   Amar faz parte, como tal nasce, cresce, mas também morre, tão rápido que provoca uma grande viragem do 'mundo perfeito'.
   Bem... o amor é tanta coisa! É aquilo em que muitos acreditam. Ele arde, mas ,como qualquer ferida, sara. Amar não são apenas palavras, gestos ou contatos viciantes, como um beijo que é sempre inesquecivel.
   Amar não é pensar; amar é sentir. Sentir que a tua alma gémea está constantemente a fazer-te sorrir apenas com um simples olhar.
   Por amor... fazias qualquer coisa, qualquer loucura! Mas, no meio disto tudo, esqueces-te de que a verdadeira loucura é esperares todos os dias, todas as horas, todos os minutos... para o poderes ver outra vez. É pensares nele cada segundo da tua vida, entregares-te completamente a uma alma, é abstraires-te do mundo lá fora porque és capaz de passar o tempo todo com ele na cabeça, a falar com ele, a imaginá-lo...
   O amor... O amor é uma peça de teatro. Onde há como personagens principais dois corpos indefesos. Onde há um início, um meio e inconsequentemente um fim. Como tal, a peça pode terminar sem qualquer aplauso, mas vai haver sempre uma segunda encenação.

   Agora, pergunto-te: já amaste ?

Joana Oliveira

Ida ao teatro para ver a peça “ Falar Verdade a Mentir”, de Almeida Garrett

      No dia nove de novembro, os 8º anos foram até ao Teatro Municipal de Almada assistir à peça “ Falar Verdade a Mentir”, baseada no livro (com o mesmo nome da peça ), de Almeida Garrett.
         Os alunos partiram de autocarro, depois do almoço, até ao Teatro Municipal de Almada e aí assistiram à peça “ Falar Verdade a Mentir “, cujos atores principais foram Alberto Quaresma (José Félix), Maria Frade (Joaquina), João Farraia (Duarte), Sofia Correia (Amália), Miguel Martins (Brás Ferreira).
A representação teve a duração de quarenta e cinco minutos e esta visita foi realizada no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa.
O objetivo da visita foi os alunos assistirem de forma lúdica à representação da história do livro já lido na aula.
Finda a peça,os alunos regressaram à escola, também de autocarro .
                
                                                                   Catarina Silva,8ºA